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jeudi 30 juin 2011
mercredi 22 juin 2011
mardi 3 mai 2011
Antes e depois - uma visão do todo - Cultura
Encontrar conexões entre tecnologia e formas corporais concebidas por um coreógrafo provoca curiosidade. Aqui
Wetten das..? from ignatz.tv on Vimeo.
Pilobolus from Michigan Opera Theatre MultiMedi on Vimeo.
Dance Writer from Typotheque on Vimeo.
Wetten das..? from ignatz.tv on Vimeo.
Pilobolus from Michigan Opera Theatre MultiMedi on Vimeo.
Dance Writer from Typotheque on Vimeo.
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as máscaras utilizadas na cultura popular |
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As heranças culturais! |
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As formas de convívio que propiciam redes sociais. |
Os textos que mais provocaram foram os que citam Freire, Aqui!
As multiliteracias complementm a aprendizagem de uma forma diferenciada, eis um otimo texto!
mercredi 20 avril 2011
Antes e depois - uma visão do todo - Esportes


A leitura de um dos textos da semana 2 sobre as ativações neurais e Conhecimento Rizomático da semana 3 nos leva a refletir sobre o currículo
do curso.
As minhas postagens no #cck11 mais interessantes encontram-se aqui! e aqui.
E finalmente esta aqui.
vendredi 1 avril 2011
Visitando Blogs #cck11
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Peter Newell 1890 |
Hoje após ler o informativo do dia #cck11, visitei o blog da Debbie.AQUI
E resolvi postar sobre arte , cultura e tecnologia ao alcance dos alunos.
Em uma experiência sobre conhecimento, discutíamos a possibilidade de um só tema, envolver arte e diversas tecnologias; segue o exemplo que abordamos:
TEMA- Alice no país das maravilhas.
Literatura-
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http://mesquita.blog.br/arte-interferencias-2 |
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http://www.maisturismo.net/central-parque-manhattan-ny-eua/central-foto-sparks68-flickr-jpg-alice/ |
samedi 5 mars 2011
a Babel
Bom ler a postagem do Jaap!
E rever pinturas do Bruegel!
Este pintor retratou a vida comum das pessoas, seus hábitos, brincadeiras, jogos, danças...
Retratos de um tempo, de uma época em que era necessário explodir, fugir das repressões, dar vazão aos sentidos do corpo, pois o que importava era a alma!!
Apontar a torre de Babel (quanto à diversidade cultural), e a Biblioteca de Babel (quanto ao conhecimento) irá nos levar a refletir a próxima semana!
Poder e autoridade.
lundi 14 février 2011
Semana 5 - Contrastes I - Grupos
Um passo adiante e é necessário recordar uma postagem atrás...nesta espécie de vai-e-vem, costuro a rede!
Acabo de ler "redes Vs grupos" , gostei muito, inicialmente porque adoro saber sobre viagens; as tentativas de preservar um grupo foi muito bem relatada com as crianças da África do Sul, pena que no final o S. Dowens não completou o que ficou latente. Mas "para um bom entendimento, meia palavra basta" diz o ditado popular.
Refiro-me à tentativa do grupo, no exemplo inicial, em manter a sua comunidade, o seu espaço, as suas tradições, o seu jeito de ser. Mas até que ele alongou a um ponto necessário, vários aliás: o ensino, a escola, a democracia, os líderes, as tribos de hoje em dia (e o seu oposto que são as gangs), as segregações culturais e religiosas.
Mas não quero fixar os temas abordados no contexto vivenciado, mas sim repensar os exemplos e diálogos em uma visão referente à nossa realidade.Somos únicos, mas bem diversos e diferentes.
Mas retorno ao texto e assim entre a montanha e a cidade o exemplo aponta o ato de rejeitar a possibilidade do que é intitulado "civilização", o que implicaria no abandono de suas raízes.
E entre o olhar do colonizador e do colonizado não resta dúvida que há muito de opressão e necessidade de adequar-se às novas regras ditadas.E que depois tornam-se hábitos em alguns casos e perda de identidade em outros.
Os limites, por vezes indefinidos, são como fronteiras que se encontram nos mapas, fronteiras muito mais sutis do que paredes, pois são invisíveis a olho nu, e muitas vezes no real, do territorial, ultrapassamos os limites desejados, ou impostos, e os direitos, os deveres, uma gama de situações diferenciadas.E as individualidades.
Palavras soltas:
Gregarismo
Contrastes
Revendo redes sociais e Interação encontramos:
O texto de S. Dowens, faz uma breve indicação sobre a questão urbanística das cidades, das comunidades, enfatizando os laços efetuados por pessoas humanas e a sua aptidão gregária.
Ao transpor três argumentos de comunidades urbanas(comunidades perdidas, comunidades salvas e comunidades liberadas) como exemplos, poderemos compreender melhor as redes sociais.
Realmente é difícil equilibrar o dizer "dar raízes para serem criadas asas".
O que significaria um sem o outro?
Acabo de ler "redes Vs grupos" , gostei muito, inicialmente porque adoro saber sobre viagens; as tentativas de preservar um grupo foi muito bem relatada com as crianças da África do Sul, pena que no final o S. Dowens não completou o que ficou latente. Mas "para um bom entendimento, meia palavra basta" diz o ditado popular.
Refiro-me à tentativa do grupo, no exemplo inicial, em manter a sua comunidade, o seu espaço, as suas tradições, o seu jeito de ser. Mas até que ele alongou a um ponto necessário, vários aliás: o ensino, a escola, a democracia, os líderes, as tribos de hoje em dia (e o seu oposto que são as gangs), as segregações culturais e religiosas.
Mas não quero fixar os temas abordados no contexto vivenciado, mas sim repensar os exemplos e diálogos em uma visão referente à nossa realidade.Somos únicos, mas bem diversos e diferentes.
Mas retorno ao texto e assim entre a montanha e a cidade o exemplo aponta o ato de rejeitar a possibilidade do que é intitulado "civilização", o que implicaria no abandono de suas raízes.
E entre o olhar do colonizador e do colonizado não resta dúvida que há muito de opressão e necessidade de adequar-se às novas regras ditadas.E que depois tornam-se hábitos em alguns casos e perda de identidade em outros.
Os limites, por vezes indefinidos, são como fronteiras que se encontram nos mapas, fronteiras muito mais sutis do que paredes, pois são invisíveis a olho nu, e muitas vezes no real, do territorial, ultrapassamos os limites desejados, ou impostos, e os direitos, os deveres, uma gama de situações diferenciadas.E as individualidades.
Palavras soltas:
Gregarismo
Contrastes
Revendo redes sociais e Interação encontramos:
O texto de S. Dowens, faz uma breve indicação sobre a questão urbanística das cidades, das comunidades, enfatizando os laços efetuados por pessoas humanas e a sua aptidão gregária.
Ao transpor três argumentos de comunidades urbanas(comunidades perdidas, comunidades salvas e comunidades liberadas) como exemplos, poderemos compreender melhor as redes sociais.
Realmente é difícil equilibrar o dizer "dar raízes para serem criadas asas".
O que significaria um sem o outro?
vendredi 4 février 2011
Trilhas do conhecimento
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Ando a "pescar"entre o mapa mental , o mapa conceitual e planisférios, este último não consegue mostrar toda a extensão, pois é dependente da latitude e época do ano. |
Desta forma as trilhas do conhecimento, não podem
abranger o todo.
Já imagino que algo, no meu mapa conceitual, poderá ficar de fora, além dos possíveis erros de compreensão.
De repente crio um mapa que aparenta alguma proximidade com os quadros de Miró!
Piada! e muito engraçada!Mas todos são obras de arte. Espero até o domingo para apresentar o meu mapa conceitual.
Se analisamos os quadros de Miró em certas etapas,
alguns "sugerem" mapas de redes e mapas conceituais, como mostro a seguir:
De repente crio um mapa que aparenta alguma proximidade com os quadros de Miró!
Piada! e muito engraçada!Mas todos são obras de arte. Espero até o domingo para apresentar o meu mapa conceitual.
Se analisamos os quadros de Miró em certas etapas,
alguns "sugerem" mapas de redes e mapas conceituais, como mostro a seguir:
Couple sur la lune |
mercredi 2 février 2011
O seu olhar melhora o meu - II
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Variações - J. Cage |
Poderia acrescentar ao meu post anterior algumas reflexões que ficaram retidas:
_Que uma propriedade do tecido conjuntivo é
"... preencher os espaços vazios..."
_Que a multiplicação das idéias na rede seguem a propriedade distributiva e a associativa por meio de conexões onde a matemática é mais uma forma de linguagem, da inteligência coletiva.
_ que a tela de ontem são apenas pontos, mas que depende de cada um a diversidade de leitura interpretativa para com o que a visão nos mostra.
"The symbol is NOT the thing symbolized; the word is NOT the thing; the map is NOT the territory[...]"
No tocante à Educação é sedutora a idéia do professor ser considerado um misto de funções: analista, agregador, consultor...
O ecossistema da Arquitetura 2.0 é composto, como um tecido, por diversos fios que sugerem variações de uso, fundamentando assim uma aprendizagem descentralizada, distribuída, democrática, dinâmica
mardi 1 février 2011
O seu olhar melhora o meu - I
Imagem Museu Cantonal de Belas Artes -Lausanne |
Escolhi o segundo texto apresentado para a semana 3 do #cck11, sobre as redes de aprendizagem e o conhecimento conjuntivo.
Não irei utilizar as seguintes palavras para iniciar a frase, como por exemplo: "eu creio que "ou "eu desejo que ";
Para "brincar"poderei utilizar a frase , "a minha tomada de decisão" para unir os meus conhecimentos sobre o tecido corpóreo denominado "conjuntivo" tem uma conexão causal e que preserva semelhanças entre o meu novo conhecimento, que está a ser adquirido conectado o #cck11 .
A conexão casual ( sem ter sido definida previamente) e causal ( que aconteceu aleatoriamente mas em junção com o meu conhecimento anterior e exterior sobre "Conhecimentos biológicos") é a de que a formação dos tecidos humanos é dependente das interações celulares.
Calma, não faz parte das minhas decisões, compartilhar as semelhanças biológicas possíveis com o texto de S. Dowens.
Repito, foi só uma interação com um conhecimento via neural.
Apesar do Cognitivismo, o que ando a decifrar são os textos relativos ao Conectivismo.
Também questiono, a mim mesma, porque muitas pessoas separam Aprendizagem do Conhecimento, ou são resistentes a qualquer mudança na forma de pensar, novas formas, novas junções.
Voltando ao texto, encontro mais palavras que são particulares em minhas vivências, como:
As propriedades Distributivas (a propriedade da distributiva é um dos melhores exemplos de como uma propriedade pode servir de recurso e ferramenta para aperfeiçoarmos o nosso conhecimento ) e mais adiante a Associativas; ora, não estamos a veicular a matemática, por favor esqueçam, o que importa é que as redes de conexões com interações geram um "pensar diferente".
A fotografia também recolhi de uma vaga recordação, a partir dos exemplos sobre:
A teoria de aprendizagem e a teoria da comunicação, onde poderíamos verificar entre emissor e receptor, ou seja, de um estado mental para um estado semântico.
Mas se utilizamos um objeto externo, como o que está na fotografia com a mulher, talvez um notebook, encontraríamos a teoria da informação onde a mulher está a digitar, será tão simples assim?
Mas se o S. Dowens escreve retornando que não é um notebook, mas que a mulher está a pintar uma tela, este fluxo faz parte da Teoria da comunicação.
Mas não é real, é unicamente uma tela no contexto geral!
jeudi 20 janvier 2011
Conexões viajantes
O conteúdo como catalizador de temas diversos é algo agradável de se ler, ouvir e praticar.
Muito mais divertido é conseguir que o aluno abstraia; o ato de abstrair e deixar o pensamento fluir é a base da criatividade, creio eu.
Para o professor e para o aluno.Ambos libertos.
Como explicar esta liberdade autônoma do pensamento criativo?
Vamos exemplificar:
Ao procurar no jornal a programação de cinema e os novos filmes em exibição, encontraríamos As viagens de Gulliver, gosto por ser uma leitura muito agradável. ( abstraí na memória, da parede, como um quadro)
As viagens de Gulliver (1726 - Travels into Several Remote Nations of the World - de Swift), um romance satírico.
O filme nos leva a um incidente no Triângulo das Bermudas em que o ator vai se encontrar em uma pequena ilha com minúsculos habitantes.
É uma conexão com um clássico, tal qual o Robinson Crusué (Dafoé - escrito em 1719 -The Life and strange Surprizing Adventures of Robinson Crusoe) outro livro escrito no início do Realismo literário, que nos fala da práxis solitária do homem, em seu início.
Há um ponto em comum aos dois clássicos da literatura: as aventuras acontecem por meio da navegação.
Mais conexões para com a atualidade onde navegamos em busca de uma conectividade, que quando autônoma, pode nos levar ao Caos, não de todo mal, mas que segue uma direção efetivada por "opção" individualizada e que se incute, quando o assunto é interessante, em nós, como um cultivo.Descobrir novas possibilidades.
Há um ponto em comum aos dois clássicos da literatura: as aventuras acontecem por meio da navegação.
Mais conexões para com a atualidade onde navegamos em busca de uma conectividade, que quando autônoma, pode nos levar ao Caos, não de todo mal, mas que segue uma direção efetivada por "opção" individualizada e que se incute, quando o assunto é interessante, em nós, como um cultivo.Descobrir novas possibilidades.
Quais as conexões? a Arte.
Algumas obras literárias mobilizam a criatividade em outras formas como, pinturas, músicas, ballets, teatro, filmes, séries televisivas, novelas trasmitidas por rádio, desenho animado etc.
Conexões que ultrapassaram vários meios de comunicação e são clássicos.
A leitura finda assim:
"Nós aprendemos as palavras, mas não a dança."
Poderia ser assim: Nós aprendemos as palavras, mas não dançamos ao sabor do conhecimento.
O Conectivismo acontece por meio da navegação.
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