A vida em gavetas é a minha inspiração nesta postagem após semanas afastada por motivo de trabalho.
Aprendi com o MOOC - CCK11 e Change a deixar o pensamento vagar entre as informações que recebo dos outros e as informações que transitam em mim mesma, fruto de experiências diversas que envolvem a arte como um material humano (pintura e escultura, fotografias e filmes) e o movimento humano ao qual estou sempre ligada.
Neste transito que acontece, em todos nós, as nossas gavetas demonstram ser diferentes, em seu modo de abrir e fechar, das gavetas curriculares da Educação (obvio!) onde o conhecimento se mostra estanque, na dependência de abertura do professor especialista.
Em nossas gavetas, se prestarmos atenção e se observarmos com paciência, o movimento de abrir e fechar, de retirar algo, valido ou invalido, ao que destinamos como foco, acontece aleatoriamente na maior parte do tempo.
A aprendizagem ocorre assim, creio eu, aquele que aprende obtém de certa forma o auxilio da sua realidade de vida, das suas experiências anteriores e pode ocorrer também que esta pessoa nem se dá conta de que, algo do conhecimento já faz parte de si e cabe ao próprio aprendente a ampliação daquilo que ele deseja.
Nós separamos o professor da pessoa que somos....., ou aquele que escreve no blog daquele que orienta o aluno....questiono...
Algo se mistura em nossas resistências, ou em nossa facilitação para com aquele outro ser!
Apos repensar as tais gavetas, referencias principalmente para com as minhas gavetas, como mulher e professora, encontro por acaso a obra - O pássaro da Alma, obra premiada e que ilustra a minha emoção ao ser tutora de alguns alunos. E não só!
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mercredi 12 septembre 2012
vendredi 24 août 2012
today for tomorrow
Creio que o mais difícil para mim é o Podcast.
As fotos digitalizadas já fazem parte do nosso cotidiano.Mas aprender as implicações dos pequenos vídeos para uma análise do movimento esportivo ou coreográfico é apaixonante!
Muitos relatam que estou a inventar! sim é necessário inventar novas utilizações em nossa área profissional! TRANSFORMAR! ótima palavra.
jeudi 5 juillet 2012
the same key
Alguns textos que li esta semana convergem para uma dificuldade que encontro em meus alunos: o habito de compartilhar.
Ampliando o conhecimento dos meus alunos com o FB, como rede social, aliando-se ao intuito educativo, encontro-me no papel do que chamam de Curadora (dos temas que interessam, da distribuição das postagens do blog coletivo, para que observem a escrita, evolução da Literacia e pensamentos dos seus colegas! )
Um envolvimento com vistas ao futuro profissional, cada vez mais direcionado as Redes Sociais e ao mundo digital.
Minhas constatações iniciais:
- Os alunos que fazem parte da nossa pagina no FB recebem as postagens através dos links que eu disponibilizo, mas não posso assegurar que leem! (a indicação de " curti" não assegura a leitura, enfim não ha garantias, pois essa leitura é dependente do grau de motivação e responsabilidade do aluno!)
- E eu espero que eles se disponibilizem a encontrar links e que os partilhem sem a necessidade de uma chamada de atenção da minha parte!!
Quanto tempo eu irei esperar por este acontecimento fabuloso, que indica o desejo de compartilhar, e cooperar temas que possam ser interessantes para seus colegas!
- Em meu pensamento surge Freire e suas palavras sobre a "educação bancaria"!! qual a diferença, reflito, eles continuam a receber (via tecnológica)da mesma forma e nao contribuem!
- Um professor que não enfrenta esse impasse, não abrira os olhos para o fato de que no ensino de adultos, eles repetem os hábitos do presencial! ou ao passado.
- Eu tomei uma decisão, não irei abordar este assunto por mais 1 mês! Não posso acelerar um item, na medida em que eles escrevem para o blog coletivo efetuando postagens pessoais.... e eu sonho que a contribuição, esse insight possa vir a acontecer.
- Outro fato, apesar das minhas leituras, ë que meus alunos nao estao em contato com as midias digitais diariamente, digamos que a midia digital, a network, so ocupe uma certa porcentagem das suas vivencias cotidianas, que eles levam a frente por causa do curso e do ensino, mas nao em suas ocupacoes diarias!
FATO!
mardi 5 juin 2012
Sensitive experiments
Como alguns sabem eu trabalho com alunos universitários (e-learning) .
E o texto do S. Downes me faz refletir e deixo aqui alguns parágrafos interessantes
- Our quality of experience improves over time, and it does so because our capacity to perceive nuance, distinction and difference is improved, and this reflects the impact of hundreds of thousands of individual experiences over time on our mind.
- This form of social perception is the ultimate judge of the adequacy of any research program
- When societies learn to feel and not just to measure, arts and sciences flourish; when they return to standards and specifications, they have lost that capacity, and a decline has begin.
E ver os meus alunos vivenciarem, em seu processo de aprendizagem, metamorfoses quanto ao conhecimento e aprendizagem digital, retorno a um paragrafo em Epistemologia: um breve discurso pela historia do conhecimento (p.142), Teoria do Conhecimento (Cap. 9)
O paragrafo diz o seguinte:
"[...] o quanto dependemos da nossa experiencia sensível para obter conhecimentos.[...] "
Referencia;
Mattar, J. Introdução à Filosofia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
E o texto do S. Downes me faz refletir e deixo aqui alguns parágrafos interessantes
- This form of social perception is the ultimate judge of the adequacy of any research program
- When societies learn to feel and not just to measure, arts and sciences flourish; when they return to standards and specifications, they have lost that capacity, and a decline has begin.
E ver os meus alunos vivenciarem, em seu processo de aprendizagem, metamorfoses quanto ao conhecimento e aprendizagem digital, retorno a um paragrafo em Epistemologia: um breve discurso pela historia do conhecimento (p.142), Teoria do Conhecimento (Cap. 9)
O paragrafo diz o seguinte:
"[...] o quanto dependemos da nossa experiencia sensível para obter conhecimentos.[...] "
Referencia;
Mattar, J. Introdução à Filosofia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
mercredi 3 août 2011
mardi 2 août 2011
vendredi 1 juillet 2011
dimanche 29 mai 2011
dimanche 15 mai 2011
vendredi 1 avril 2011
Visitando Blogs #cck11
![]() |
Peter Newell 1890 |
Hoje após ler o informativo do dia #cck11, visitei o blog da Debbie.AQUI
E resolvi postar sobre arte , cultura e tecnologia ao alcance dos alunos.
Em uma experiência sobre conhecimento, discutíamos a possibilidade de um só tema, envolver arte e diversas tecnologias; segue o exemplo que abordamos:
TEMA- Alice no país das maravilhas.
Literatura-
![]() |
http://mesquita.blog.br/arte-interferencias-2 |
![]() |
http://www.maisturismo.net/central-parque-manhattan-ny-eua/central-foto-sparks68-flickr-jpg-alice/ |
jeudi 24 février 2011
Interatividade - III
![]() |
A nave |
No colaborar, online, dilui-se uma manifestação típica que é a de imposição das nossas vontades. Um aprendizado certamente.
Mas é importante apontar que as iniciativas individuais devem constar, para que este processo ocorra, apesar das curvas, que precisamente podem " insinuar" uma desmobilização do processo (os altos e baixos, pois não estamos a falar de algo constante e sim de um fluxo), da desejada contribuição de cada um.
Acredito que as resistências são dependentes da forma pela qual cada um compromete-se com a vida!
Entre passividade e atividade, o que escolhemos? não se pode efetivamente apontar com clareza.
São conceitos subjetivos.
Dependem de, além da forma de como se está para o mundo, interesses pessoais, profissionais ou outro.
Não podemos esquecer que dentro da passividade há uma atividade, no mínimo de leitura; mas a constância deste comportamento é a que nos alerta possivelmente para ( não podemos escrever negligência) uma inapropriada adequação a um lugar no espaço destinado.
Aí se encontra o posicionamento do tutor, no ato de fomentar a interatividade.
Encontram-se eles preparados?
mercredi 23 février 2011
Interatividade - II
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Vermeer 'Mujer escribiendo una carta y su criada |
Andei a desvendar mais um texto do S. Dowens, pois em meus interesses é necessário esclarecer onde e de que forma poderíamos utilizar ferramentas da web 2.0 para implementar a interatividade dos meus alunos.
O que será mais adequado e em que situação poderei lançar mão de tal artefato.
Um grande tema a explorar: Interatividade.
Recebi mais algumas referências, mas ainda não sobrou um tempo hábil para desvendar mais textos.
Uma outra referência interessante aqui.
Interatividade
View more presentations from thbeth
E acrescento aqui uma postagem muito interessante, pois relata outros aspectos deste envolvimento humano e humano , humano e máquina, de um para muitos ou vice-versa.
E acrescento aqui uma postagem muito interessante, pois relata outros aspectos deste envolvimento humano e humano , humano e máquina, de um para muitos ou vice-versa.
jeudi 17 février 2011
#cck11 - Semana 5 - o voo da Aprendizagem
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Entre as nuvens......(foto na Patagônia) |
As palavras enganam, principalmente quando são traduzidas de um idioma para outro, tanto quanto no mesmo idioma, apontar as diferenças é primordial.
E poderá acontecer quando aplicado no contexto da web 2.0
Além dos contrastes entre Redes e Grupos se faz necessário pensar os Coletivos, dentro do Conectivismo.
Já que as palavras são produto da experiência, vamos explorar os conceitos e daí refletir
o Coletivo= utilizado por muitos ; coletividade= grupo de pessoas; coleta = arrecadação; coletar= recolher; coletivismo= sistema social e econômico.....
Vamos abstrair perante estes conceitos:
Modelar e Demonstrar:como é possível no Conectivismo o professor modelar o que deseja sobre um conteúdo mediante uma abertura tão grande e uma estrutura de liberdade e demonstrar para seus alunos?
Praticar e refletir:O início é muito difícil, as resistências são inúmeras; os nossos alunos, muitos deles, estão presos ao receber informações no presencial, ou será que o professor é que está preso aos velhos moldes?
Diversidade:de idéias, de interesses, de gênero, de etnia, de regiões entre outras tantas
Abertura:à participação de outras pessoas
Autonomia:atuação de forma independente,de acordo com valores e interesses
Interatividade: ( em outra postagem)
Cooperação: uma troca mútua de valor
E partilhar!
"Aprender por si mesmo (self) é como a aprendizagem da língua, uma resposta interna aos fenômenos públicos; não é uma entidade mental distinta..... Eu penso que os mecanismos lá estão para "criar", o automatismo é indireto. Emergente, sim. Não há nenhuma entidade "por si mesmo" na mente, apenas um jogo denso das conexões.....
Nós não podemos impor as estruturas - especialmente estruturas abstratas, como camadas, significados - do mundo, na mente...... Eu prefiro pensar as estruturas físicas; conceitos… onde a estrutura física = o do corpo, cérebro, conceitos .... nunca haverá um acordo na visão popular, cada teoria nova transforma-se uma parte dessa visão...."
Gosto muito do conceito de estrutura física ( corpo cérebro conceitos), finalmente, abaixo a dicotomia! :)
Em mais um texto, ampliamos o conceito dos "coletivos".
Bem diverso do conceito de coletividade.
samedi 12 février 2011
A originalidade
A cooperação em rede, sem uma coordenação de alguém, é a idéia original do conectivismo.
Com o novo as idéias surgem sem haver necessidade de que ocorram da mesma forma; recriar, adaptar em uma nova concepção.
vendredi 21 janvier 2011
ARTiculação
Partindo da minha última frase, no post anterior, que na verdade foi uma adaptação após a leitura do texto do S. Downes, que diz "We learn the words, but not the dance.", tento escrever sobre as formas de conexões que tenho por hábito sempre executar, liberando os meus passos de dança, na procura do que desejo aprender, do que move a minha curiosidade, não deixando de estar ligada de forma intrínsica às minhas vivências pessoais e que estão no arquivo designado memórias!(plural)
As associações das minhas idéias surgem sempre ligadas ao que mais aprecio, ou ao que foi importante para mim, em uma escala de critérios de valores (juízo de valor) sobre fatos conhecidos, ou fatos que são atualizados no dia a dia.
Então pontuo como fator de aprendizagem inerente do ser humano:
1- A aprendizagem está ligada às vivências culturais e sociais do indivíduo
Poderíamos complementar que as experiências são fundamentais, principalmente durante a primeira infância, quando os professores devem ter em mente que nos 03 primeiros anos a criança supre, se alimenta, e deve incorporar o conhecimento de milênios, explico, movimentar-se até o movimento mais complexo que é o digital, de preensão de algo com os dedos, adquirir conhecimento da linguagem, reconhecendo a linguagem do outro em forma interativa e desejar, ou seja tentar alcançar seus propósitos e a escrita., decifrando em seus iniciais "hieróglifos"os signos do que se pensa culturalmente.
Costumo aplicar uma "timeline" em sala de aula, para que meus alunos entendam o espaço inimaginável entre cada passo, em cada etapa e que após a escrita foram se tornando cada vez mais velozes e rápidas. As etapas do novo conhecimento.
Por esta maneira de pensar realmente o que nós adquirimos no hoje, já não é tão importante quanto o que poderemos adquirir no amanhã.
Fisicamente o Tato é o nosso sentido de necessidade original, quando aprendíamos quando tocávamos as diferentes texturas dos objetos, mas no contemporâneo a visão principalmente é a nossa grande facilitadora, adicionando-se aos outros sentidos e aplicados ao desenvolvimento tecnológico que motivam e imprimem uma velocidade ao encontro da aprendizagem, ao encontro de novos conhecimentos, que se formam em nossa mente.
Como abandonar aprendizagens antigas? Os debates daqueles que discordam da possibilidade do Conectivismo, encontram-se com a necessidade de uma nova filtragem, para surgir o novo.
Daí, desta filtragem, surgem as re-mixturas, o novo!
Aprecio pensar o novo, não a partir de comparações , mas sim através das semelhanças, convergências e não das divergências.
Principalmente porque não se deve esquecer as nossas bases de conhecimento, ampliar é um verbo de ação.
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