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jeudi 21 juillet 2011

Aprendizagem experiencial II

No Brasil consideramos muito mais fácil celebrar a diversidade.
Particularmente acho mais demorado dialogar sobre as regras .
Uma questão que pretendo aplicar aos meus alunos -
- Porque duas ou mais opiniões divergentes  sobre um mesmo fato podem elas todas serem consideradas justas.
- O que se passa quando culturas diferentes se encontram e principalmente os pontos positivos.
O que são valores pessoais...
Porque necessitamos de regras, e quais as boas regras ou as que consideramos pessimas...o que sera Ser Livre!!!
O que consideramos iguais ou diferentes..

mercredi 20 juillet 2011

Aprendizagem experiencial I

Considerando-se o paradigma da aprendizagem  eclético, onde a maior parte das metas repousam sobre o principio de uma aprendizagem experiencial ( Freire, Kolb, Jarvis)  fruto de mais de 15 anos de progresso que podemos considerar como bases do que ocorre na atualidade, aprecio a experiencia ativa.
Uma educação dita experiencial significa que esta estruturada de uma maneira que permite ao aluno explorar o fenômeno a estudar, estabelecendo- se assim uma relação direta com o sujeito, que pode ser mais do que se familiarizar com o tema.
Esta aprendizagem requer que o aluno jogue um jogo ativo dentro desta experiencia e que haja uma reflexao para a compreender e dar um significado.
Metas- Celebrar a diversidade, Apreciar criticamente  as regras sociais e Interpretar o mundo.
Questiono se meus alunos deveras sabem-
Qual a diferença entre um fato e uma opinião.. e exemplificar.
Distinguir entre o falso e o verdadeiro
Dar exemplo de uma < generalização >
Definir  o termo < prejulgar>
e desta forma saber utilizar o fato, o verdadeiro, o falso e uma opinião!

dimanche 20 mars 2011

O novo professor e a pedra da Roseta - I

Bom título, aprendi com um amigo jornalista que um bom título faz a notícia!!

Mas a idéia surgiu com o início da semana 10 do #cck11, mas também a partir de uma atividade que participei no SL no último sábado.
Reflito sobre as novas formas de linguagem, da transmutação, do translado (quando deveríamos aplicar uma metamorfose!) por vezes equivocada, (sem sequer apontarmos ainda, para os conceitos de Literacia que envolvem a semântica e sintaxe) que acontece  quando utilizamos uma palavra no real  e que  no virtual está embutida dos mesmos conceitos  e que não refletimos sobre o acontecido principalmente quando o tema abordado envolve a Educação.
Acredito que poderá e é  algo passível de acontecer.
Como não desejo que esta sensação de que algo estava errado, naquilo que ouvi, se perca na ocupação cotidiana escrevo as sensações ainda não muito claras sobre o acontecido.

Sem dúvida que apesar da possibilidade de diversas identidades, aquele que está do outro lado da máquina é um ser humano, com suas virtudes e defeitos, vivências etc.

A linguagem gestual antecedeu a linguagem oral.
A linguagem oral sem dúvida em seus primórdios deveria ser envolvida por muitos sons onomatopáicos, creio eu.
Pedra da Roseta 
A linguagem escrita mobilizou o registro da nossa história e a possibilidade de entendimento, com as traduções, daquilo que era representativo de uma cultura desconhecida e de civilizações que deixaram vestígios, surgindo o ato de decodificar a mensagem para ser passível de um entendimento comum.

Bem primária esta minha postagem, tendo em vista o desenvolvimento dos estudos sobre a Linguagem e a Semiótica principalmente sem esquecer os que se dedicaram a este estudo, como Derrida.

Mas vamos seguir adiante:
Em um tempo de transição, principalmente na Educação, onde procuramos nos desvencilhar de uma estagnação e de conceitos arcaicos e excludentes, em um mundo repleto de mudanças velozes, a  produção de estudos que envolvam o mundo virtual deve mobilizar uma reflexão dos conceitos que são estabelecidos para com as palavras utilizadas, caso contrario acontecerá o repasse da mesma ótica, do mesmo significado, em uma reprodução daquilo que tentamos valorizar ou desvalorizar (no sentido de fazer cair pressupostos que excluem e que ainda dão vigor e mobilizam a competição exacerbada) na sociedade.

Possivelmente a decepção é minha, um idealismo pragmático.
Educação para o conhecimento ou para o mercado?
Acalme-se, digo para mim mesma, isso existe e irá acontecer continuamente.
Como ninguém está a entender nada, explico;
exemplo 1-
Alguém apresentou uma atividade e apresentou a palavra - campeão- como último grau a ser obtido em uma etapa de uma atividade.
Mas esta é a ótica do presente e em um repasse,  a pessoa Re-instala este significante perante um novo meio a ser descoberto na Educação, via 3D; repetição, retransmissão de conceitos!
A pessoa fez por mal? não!
 Mas não criou a possibilidade de mudança, em uma atividade e ainda intitulou de lúdico a aquilo que está fortalecido de competição.
Mas, já que está posta a crítica, qual solução seria indicada?

A atividade deveria em seu final, apresentar  faixas de pontuação obtidas, onde os alunos deveriam considerar a sua contribuição para o sucesso do grupo.

Mas este erro primordial prevalece tanto no presencial ou online ou 3D; resquicíos de um sistema avaliativo classificatório.
Está aí a grande prova de que por mais que se aproximem de tecnologias avançadas o professor ainda está, por osmose, embebido em práticas que selecionam os mais habilidosos, não as competências, como também  à competitividade, principalmente ao utilizar palavras de nosso vocabulário, que estão presas a um significado e significante.

Caberá a este professor uma pedra da roseta? para que ele decifre novas formas de linguagem?novos modos de ser e atuar?

exemplo 2-

Jogos, games, jogos de linguagem, metáforas, ilusão de ótica etc. Mas qual a teoria que dá suporte e consistência ao seu objetivo? referia-se à lógica do jogo! mas qual? qual teoria do jogo dava suporte?

A professora falou assim: "..... é uma atividade lúdica onde a empresa poderá perceber....",

Poderá perceber alegremente as habilidades adequadas ao trabalhador e que a empresa deseja??

Se bem que competências e habilidades nunca são bem conceituados!
Mas as diferenças existem.

Caso esteja errada, peço desculpas sinceramente!

dimanche 13 février 2011

Grupos, redes, coletividade..e outros

Início da semana 5 #cck11

Gostaria de acrescentar que ainda não li nenhum texto e inicialmente rabiscar sobre duas formas de coletividade:
cartéis e listas.

Gosto do primeiro, já participei de muitos, refere-se a um dispositivo criado por Lacan.
Resumindo, um mínimo de 2 pessoas e + 1 à livre escolha, ou a forma ideal 3 + 1 , que poderá participar ou não necessariamente das leituras (uma falta é algo a ser vivenciado, pois sempre algo falta e outras implicações, mas que diferem de perdas), mas que o intuito final seja apresentar algo como resultado individual de cada, após um tempo previsto, em forma escrita. O Cartél nunca poderá ser binário é necessário acrescentar sempre o +1.

Recordo que na EaD, onde trabalho, uma das explicações sobre a "metodologia" aplicada aparentava semelhança com os Cartéis, achei um absurdo lançar uma idéia lacaniana, assim de repente, mas além de Freire, Sócrates, o intuito era explicar sobre a autonomia do estudo.
Observo que só nestes três exemplos encontro a Teoria da Aprendizagem em facetas, a política, a social, a filosófica.Mas nunca o nome da Teoria.

Detesto listas; não convivo bem com listas; algo em mim rejeita listas; é realmente algo que provoca reações.Não me contenho a esmiuçar lembranças que possam reconhecer porque são antipáticas, o sentido originário de listar objetos e pessoas (principalmente).
Mas por outro lado faço listagens curtíssimas, por exemplo, de atividades a serem executadas em agendamento, viagens.
Convenhamos que na gestão de muitos temas a listagem é fortalecida pelo desejo de organização, falta (olha ela aí) de tempo, onde em um rápido olhar mensuramos a validade, qualidade e confrontamos com os nossos interesses, principalmente quando nos encontramos em um mar de informações.

Vasculhando a memória procuro a premente questão das listas; asseguro que nunca vi a Lista de Schindler.

O problema é que nas listas há uma implicação de escolha deliberada ou não por quem faz a listagem e este pormenor vai de encontro a uma visão implantada, de que entre interessantes ou desinteressados motivos, quaisquer que sejam eles, as pessoas exprimem um valor e com mérito ou sem mérito ninguém pode optar por um desmerecimento.
Entre a escolha e a dispensa ou não escolha são claras as diferenças.

Em gestão de meios é importante, na Educação considero uma falha grandiosa.

Acredito ser este um fator de não listar, característica básica a um bom professor, não que os outros não sejam bons professores, não é este o caso, reconheço como um padrão psicológico, comportamental que procuro entender e conviver.Um modo de ser.


Lógico que as listas acontecem e aconteceram em minhas amizades e fiz parte de muitas, não posso dizer que fiquei "fora"das listas e por isso as detesto, não, não sei se é sorte ou não, mas me dei bem nas listas, se é que são e continuam a ser importantes, mas detesto listas; a angústia expressa por colegas, em meio à pressão via Educação, sempre foi fortalecida via listagem e ainda é!
a lista do vestibular, a lista do mestrado, a lista do concurso, a lista do Enem, a lista das salas de aulas, a listagem onde sentam as crianças em sala... classificamos, catalogamos, avaliamos, listamos e fazemos parte de listas e listamos pessoas segundo um juízo de valor que não é o kantiano.

Mas a semana será sobre Grupos e Redes, sem dúvida uma semana pesada.
Enfim, nada é absoluto, muito menos em Teorias.

vendredi 11 février 2011

Reflexão sobre as 04 semanas

Revejo alguns pontos, importante retomar o caminho, direcionar o leme, posicionar-se perante um astrolábio, orientar-se com a bússula.

Nesta postagem escrevi sobre educação rizomática e reconsidero após a leitura da carta de hoje, quando encontro a resposta de S. Dowens sobre o rizoma que não deixa de ser a propagação do mesmo, tornando assim a rede limitada, pois é necessário obter diferentes estados e retransmiti-los para outros nós.
O rizoma pode ter a estrutura mas não a funcionalidade do conhecimento conectivo.

Que as redes sociais, além de diferentes das redes neurais, refletem diferentes estados internos e complexas interações.
As redes sociais que mobilizaram as mudanças no início do séc. XX eram potencialmente representações diferenciadas de uma mesma estrutura.
O que as networks contêm de mais importante é a estrutura das interações onde a partilha de diferentes estados, a diversidade, é algo maior. A propagação dos comentários são uma espécie de mecanismo para a criação, fortalecimento, enfraquecimento ou remoção das conexões.

dimanche 23 janvier 2011

Leituras - semana I

As conexões neurais do ser humano ampliam-se com rapidez, ao clicar na imagem, observaremos as conexões em uma criança  após o seu nascimento,com 06 meses no centro e à direita com 02 anos de idade.

Deixo aqui pequenas anotações feitas após as leituras indicadas para a semana I,
Alguns itens podem ser reestruturados,  mas os principais constam no meu entender: a diversidade de opiniões, conectar nós, cultivar conexões, autonomia, interatividade e transparência.


O Conectivismo é o conhecimento distribuído através de conexões; sendo que estas ligações e experiências reestruturam o cérebro.
O que é Conectivismo? É quando acontece uma demonstração, uma prática e uma reflexão, tendo em vista as diversidades de opiniões, a autonomia dos sujeitos, a transparência, a interatividade entre estes sujeitos e cultivo de conexões entre áreas diferenciadas.
Introdução ao conhecimento conectivo e a sua idéia original
O conhecimento acontece por conexões e interações, como já foi postulado. Segundo Hume, “o conhecimento é um hábito da mente”.
 Outro ponto que é interessante pontuar é a importância da Interpretação com o entendimento do que é a percepção e por outro lado da capacidade lingüística. Devido à  Inferência observamos semelhanças entre pensamentos e percepções.
Outro ponto de destaque é o Associacionismo que ocorre em nossos pensamentos, exemplificado entre os de Hebbian (neurais) e de Baltznan ( quando uma energia cinética é formada independentemente).
O conectivismo acontece quando há uma rápida mutação de domínios diferenciados apontando assim a necessidade de gerenciamento do Caos formado.
A integração de princípios explorados pelo caos real (teorias da complexidade e auto-organização) baseia-se em que as conexões entre idéias e campos diferenciados podem criar inovações.