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dimanche 30 janvier 2011

Quadros (misturas) - II

Dar continuidade a um tema complexo é muito difícil.
Misturas
Interrogo a mim mesma se este mesmo tema é importante, para que me proponha a escrever mais sobre ele. De qualquer modo foi proposto como texto da semana 2.#cck11
Em meu post sobre Quadros, as minhas tentativas foram as de separar em cenários as situações comuns do ser humano em busca do conhecimento, através de uma socialização em processo evolutivo sempre dependente de um aprendizado.
Não se pode esquecer a ampliação do que era interno, fechado em pequenos grupos, para o que é contemporâneo com uma aprendizagem externa, ampla.
Com este post pretendo ampliar o meu entendimento (parco, sem dúvida nenhuma) após uma rápida visualização dos links sobre a Semântica Frame.
Entre a Linguística conectiva, Semântica conectiva e (Conceptual Blending) o meu interesse aponta para a Linguística conectiva, que no wiki, apresenta um item em aberto sobre Gestos e Gestualidade pertencente aos aspectos cognitivos.
Outra frase importante é aquela que nos fala sobre os "insights" cotidianos que são a base do pensamento criativo.

Uma palavra provoca interatividade com os diversos cenários em que ela poderia ocorrer e esta mistura provoca criações, novos usos, por sua diversidade.
Segui em frente com os diversos links e um deles chama a atenção ao apresentar uma lista (principalmente para quem tem um ótimo inglês) onde o autor atualiza termos da nossa cultura aos "cyber" tempos.
O que era antes da Internet e o que se apresenta nos dias de hoje , exemplifico alguns:

3D........................................3G
Autobiografia........................Myspace
Air brush...............................Photoshop
Bookstore............................Amazon
Cassete.................................DVD
Fofoca..................................retweet
Sem cordas...........................wireless
texto.....................................hipertexto

Enfim alguma coerência surge, no post Quadros I , meu pensamento envolveu o processo das sociedades, o espaço físico e o espaço "cyber" e aqui apresento as minhas tentativas de compreender a lingüística conectiva apresentada na semana 2.

Afinal, após a construção dos mapas, separamos os espaços e é necessário entender a evolução no uso das palavras.

jeudi 27 janvier 2011

Mapeamento e Padrões


“The primacy of the connection – all other forms of learning flow from an initial connection to something – a person, a concept, and Idea.” Extraído do texto O que é Conectivismo.#CCK11

Sempre é necessário, em um MOOC ou em qualquer estudo, um retorno aos textos anteriores para  possibilidades  conectivas.



O fluxo das informações redistribuídas como prática conectivista, em cada um de nós, é como uma gota de água no mar da informação.
Mas não só os padrões culturais estabelecidos por nossas vivências, em nossa mente, contribuem para ampliarmos o pensamento e as idéias a que somos submetidos pelos outros, encontraríamos também por nós mesmos a criação das "normas".

Uma palavra ficou gravada após leituras, “Rizomas”, mas em meu pensamento não estava a focar a Botânica.

O rizoma se refere a um mapa que deve ser produzido, construído, sempre desmontável, conectável, reversível, modificável, com múltiplas entradas e saídas, com suas linhas de fuga. São os decalques que é preciso referir aos mapas e não o inverso." (DELEUZE e GUATTARI, 2004, p. 32-33)
Importantes mapeamentos derivam das relações e dos fluxos, neste ponto encontraremos a indicação da semana 2 com o Krebs e Padrões de Conectividade.

Este é o meu foco de reflexão e leitura com a semana 2 #CCK11, a temática: Padrões.

Meu pensamento inicial, ao abstrair sobre a palavra, indica dois conhecimentos, que surgiram de forma aleatória (falta construir o “conceptual”):

1- Biológico/motor – Reflito sobre os movimentos humanos que são indicados como padrões na Ginástica, pois na verdade o ser humano após o equilíbrio bípede executa movimentos padrões (em ambiente favorável): andar, correr, saltar em direção de uma complexidade.
Anterior a estes movimentos encontramos, e que são considerados por vários autores como repetições, da nossa ontogênese e filogênese, ou seja uma repetição da nossa origem, da nossa evolução.
Montei um gráfico para demonstrar estes símbolos que indicam uma evolução dos movimentos padrões, no contexto dos saltos, do ato de saltar (sem obstáculos, e sem ocorrer sobre aparelhos).
As pequenas variações no corpo, no ato de saltar, estão no posicionamento dos segmentos corporais (pernas e tronco), enquanto que na simbologia os pequenos segmentos representativos das mudanças demonstradas nos critérios, também estão assinalados.

2- Social/cultural - As padronagens do tecido em xadrez, que na Escócia representavam um clã familiar, um grupo e que era repetido pelos indivíduos que pertenciam a este grupo; a visualização do padrão do tecido indicava a procedência genealógica familiar.

O primeiro item sobre os movimentos padrões indica que movimentos mais complexos têm um movimento base, designado como o mais simples e que são considerados a base, dando origem aos movimentos mais complexos, ou que, para serem executados comportam uma necessidade de que os anteriores já tenham sido repetidos, para um melhor entendimento da sua totalidade (pedagogia); a não ser que alguém com talento coordenativo possa ultrapassar as etapas e realizar este movimento sem a necessidade de repetições precedentes(virtuose).

O segundo exemplo é cultural, de pertencimento, mas que leva ao conhecimento coletivo de que os padrões podem ser alvo de repetição entre o grupo, e que a variação do padrão está contextualizada na coletividade.
Cabe aqui uma questão da semana 2 do MOOC #CCK11: Somos espontâneos ou previsíveis?! 
 A questão aparenta estar desconectada da minha idéia, mas não é esta a minha opinião.

Somos espontâneos no ato de saltar livremente, mas quando estamos sob “normas” (por desempenho em Gym), os saltos podem ser iguais entre os que executam, mas são dependente do estágio em que a pessoa se encontra; e somos previsíveis na medida em que nos organizamos e criamos as normas e asseguramos que estas devem ser seguidas.
Outros tipos de padrões: no xadrez, em estudos sobre o vôo das aves, o padrão de repetição das viroses; como também os Padrões de comportamento humano e os padrões da nossa memória, que são repetidos e ampliados com o fluxo das informações.
Neste fluxo de informações e em sua redistribuição, como gotas de água, poderemos visualizar os padrões de repetição.

jeudi 20 janvier 2011

Vazão

Não sei porque utilizei a palavra vazão, fiquei em dúvida, mas é realmente o que pensava, translúcido (sempre desejei abrir um blog com este nome).
O texto que eu li rapidamente, dizia algo sobre Física, não que eu seja lá grandes coisas nesta disciplina, a minha memória se restringe ao tema de Roldanas rsrs para passar de ano, lógico, mas isso é uma outra estória; não utilizo o H porque fica melhor assim.
Mas voltando à fórmula:

Vazão = A . v
 
O A poderia ser aprendizagem e o v continuaria  a ser velocidade mesmo,
ainda não surgiu nada para modificar!humm, volume ou velocidade;
não pode ser volume(quant.), se depende do ritmo,é realmente velocidade. 
Mas é claro que se a minha experiência de aprendizagem
 da Física partisse da idéia
proposta no Conectivismo, o meu aprendizado seria outro! 
Mas a leitura valeu por suas conexões!

restam quantos?

Agora acompanho e as idéias brotam, e porque não dar vazão?!
Este é o "jogo" que surgiu imediatamente quando mais uma vez acessei outro link, que falava sobre o conectivismo!
O que prendeu à minha atenção? o "game"! diferentes são estas palavras Jogo e Game, o primeiro fala de uma educação excludente, onde "restam" alguns!
o Game une, conecta, falo das metáforas, pois não conheço games, conheço jogos!


Jogamos com o conhecimento nas escolas, respeitando por inúmeras vezes as regras do jogo imposto por nós em sala com os alunos, e nos restringimos às regras impostas via burocracia.
Ambiguidade? não. Formatação adquirida = hábito.

Conectivismo

Li e gostei!
Novas experiências, apesar das recordações, de sempre, na parede da memória; novos caminhos nos trazem o conhecimento e a conectividade.