vendredi 21 janvier 2011

ARTiculação


Partindo da minha última frase, no post anterior, que na verdade foi uma adaptação após a leitura do texto  do S. Downes, que diz "We learn the words, but not the dance.", tento escrever sobre as formas de conexões que tenho por hábito sempre executar, liberando os meus passos de dança, na procura do que desejo aprender, do que move a minha curiosidade, não deixando de estar ligada de forma intrínsica às minhas vivências pessoais e que estão no arquivo designado memórias!(plural)

As associações das minhas idéias surgem sempre ligadas ao que mais aprecio, ou ao que foi importante para mim, em uma escala de critérios de valores (juízo de valor) sobre fatos conhecidos, ou fatos que são atualizados no dia a dia.
Então pontuo como fator de aprendizagem inerente do ser humano:
1- A aprendizagem está ligada às vivências culturais e sociais do indivíduo

Poderíamos complementar que as experiências são fundamentais, principalmente durante a primeira infância, quando os professores devem ter em mente que nos 03 primeiros anos a criança supre, se alimenta, e deve incorporar o conhecimento de milênios, explico, movimentar-se até o movimento mais complexo que é o digital, de preensão de algo com os dedos, adquirir conhecimento da linguagem, reconhecendo a linguagem do outro em forma interativa e desejar, ou seja tentar alcançar seus propósitos e a escrita., decifrando em seus iniciais "hieróglifos"os signos do que se pensa culturalmente. 
Costumo aplicar  uma "timeline" em sala de aula, para que meus alunos entendam o espaço inimaginável entre cada passo, em cada etapa e que após a escrita foram se tornando cada vez mais velozes e rápidas. As etapas do novo conhecimento.

Por esta maneira de pensar  realmente o que nós adquirimos no hoje, já não é tão importante quanto o que poderemos adquirir no amanhã.
Fisicamente o Tato é o nosso sentido  de necessidade original, quando aprendíamos quando tocávamos as diferentes texturas dos objetos, mas no contemporâneo a visão principalmente é a nossa grande facilitadora, adicionando-se aos outros sentidos e aplicados ao desenvolvimento tecnológico que motivam e imprimem uma velocidade ao encontro da aprendizagem, ao encontro de novos conhecimentos, que se formam em nossa mente.

Como abandonar aprendizagens antigas? Os debates daqueles que discordam da possibilidade do Conectivismo, encontram-se com a necessidade de uma nova filtragem, para surgir o novo.
 Daí, desta filtragem, surgem as re-mixturas, o novo!

Aprecio pensar o novo, não a partir de comparações , mas sim através das semelhanças, convergências e não das divergências.
Principalmente porque não se deve esquecer as nossas bases de conhecimento, ampliar é um verbo de ação.

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